tinha muitos projetos para este fim de semana. fiz um horário bastante rigoroso onde planeava pôr o estudo em ordem e organizar o meu terceiro período de uma vez por todas, agarrar-me aos livros, às retas, aos pontos de fuga, a platão e a miguel ângelo, retomar a alimentação saudável, recomeçar a tocar piano, voltar ao ginásio, deixar o computador de parte e começar a vida nova. prometi a mim mesma que não ia deixar que este sentimento que ultimamente anda tão desperto destruisse, mais uma vez, a minha rotina, os meus objetivos e o meu mundo, mas a verdade é que cá estou com o caderno de geometria à frente recheado de retas, planos e figuras cujo significado ainda não consegui desvendar, com uma tarte de leite condensado prestes a sair do forno, a bisbilhotar a vida dos outros no facebook ao som de regina spektor.
sinto o sol que não acordava há mais de uma semana a aquecer-me o corpo, o que me faz lembrar os bons tempos de verão, as tardes na praia, na piscina e no terraço, as noites estreladas, embedidas em vodka e reggae, passadas com aquelas pessoas que estão longe e que dava tudo para estarem aqui, os dias longe da geometria, da história e dos stresses da vida de estudante, mas agora a realidade é outra e chega de passear nas nuvens. é hora de descer a terra firme, focar os olhos nos livros e deixar a mente vencer o coração por uns tempos.
sinto o sol que não acordava há mais de uma semana a aquecer-me o corpo, o que me faz lembrar os bons tempos de verão, as tardes na praia, na piscina e no terraço, as noites estreladas, embedidas em vodka e reggae, passadas com aquelas pessoas que estão longe e que dava tudo para estarem aqui, os dias longe da geometria, da história e dos stresses da vida de estudante, mas agora a realidade é outra e chega de passear nas nuvens. é hora de descer a terra firme, focar os olhos nos livros e deixar a mente vencer o coração por uns tempos.

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